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15 junho, 2010

As Pessoas Continuam A Se Casar

casamento1 O casamento, nos tempos modernos, está em crise. As estatísticas mostram um aumento assustador do número de divórcios. Há, entre os brasileiros, o conhecido jargão sobre esse rito de passagem: “Quem está dentro quer sair; quem está fora quer entrar”.

O mundo mudou tanto nas últimas décadas que, na atualidade, pouquíssimos casamentos chegam a durar 10 anos. Parece-nos que, a continuar como estão indo as coisas, em breve não se comemorará mais as bodas de prata.

Apesar de todos os problemas e responsabilidades que o casamento acarreta, no entanto, ninguém (ou quase ninguém) deseja ficar solteiro (a). Isso, sem dúvida, é positivo pois, sem família (com pai e mãe) as crianças não podem ser criadas emocionalmente saudáveis.

É preciso, portanto, que as pessoas sejam mais tolerantes, conscientizem-se de que uma relação a dois não pode ser vivida com eterna paixão, mas deve ser construída a cada dia de cada mês de cada ano.

E olha que os evangélicos precisam, mais do que os outros, aprender essa verdade. Nada adianta “vigiar e orar” se não se der a devida atenção ao cônjuge e à família.

Quando fez a Reforma Protestante, uma das coisas contra as quais Lutero se insurgiu foi contra considerar o casamento como um sacramento.

No entanto, a Igreja protestante considera o casamento civil como legítimo, também perante Deus.

Esperemos e contribuamos para que o casamento volte a ter o valor que merece ter. Somente dessa forma será também legítimo o desejo de querer casar.

Antônio Ayres

05 fevereiro, 2010

Leitura Apenas Para Mulheres

“Estou com mais de trinta anos, já tive vários namorados e sempre comecei cada namoro esperançosa. Cheguei até a iniciar a construção de “nossa casa” com meu último ex-namorado, mas ele, assim como os outros, só aproveitou de mim. Estou decepcionada. Acho que não quero mais me casar” (Rosana, contabilista, 32 anos).

“Comecei a namorar aos 15 anos de idade. Namoramos oito anos, ficamos noivos e com data marcada para casar. Dias antes de nosso casamento, descobri que ele tinha outra. Estou arrasada e não confio mais nos homens.” (Helena, designer, 24 anos).

“Não faço mais orações. Apenas brigo com Deus. Namorei 4 anos a mesma pessoa, ajudei-a em seus projetos profissionais e afinal descobri que ele só se aproveitava de mim. Deixou-me por uma mulher mais nova, ameaçou-me e disse-me que apenas “aturou-me” esses 4 anos. Estou tomando antidepressivos e engordei muito. Estou desesperançada” (Regina, 38 anos, médica).

“Sou viúva e fiquei 12 anos sem ninguém. Após todo esse tempo, decidi que era hora de refazer minha vida ao lado de alguém. Entrei num site de relacionamentos na Internet e conheci o meu atual marido. Ele parecia muito bom, no começo. Tratava a mim e a minha filha muito bem. Mas essa situação durou menos de um ano. De repente, ele começou a beber e a bater em mim e em minha filha. Há alguns meses, foi embora de casa para morar com outra mulher. Não sei se rio ou se choro. Parece-me que a vida não tem sentido” (Elis, 47 anos, enfermeira).

Tenho 50 anos, cresci numa igreja evangélica muito rígida. Meu pai sempre foi muito exigente e nenhum de meus namorados servia para ele. Achava que eles não estavam “à minha altura”. Hoje já faz vários anos que meu pai morreu. Continuo solteira e virgem. Não sonho mais com a felicidade ao lado de alguém. Estou resignada. A vida não foi benevolente comigo” (Sandra, 50 anos, secretária).

Talvez a sua história seja parecida com a de uma dessas cinco mulheres. Talvez seja apenas levemente semelhante ou até completamente diferente. Mas, se você está lendo este post, sem dúvida é porque já vivenciou as mesmas decepções experimentadas por elas ou deseja se proteger do sofrimento amoroso, encontrando o parceiro ideal.

Não há dúvida de que poucas coisas nesta vida são capazes de trazer tanto sofrimento e desilusão como o trauma causado pela frustração com “aquela pessoa” que julgávamos especial, especialmente porque uma decepção amorosa produz feridas na área mais sensível do ser humano, que é a sua psiquê.

Afinal de contas, de que valem um bom trabalho, uma boa profissão, um ótimo salário, sucesso profissional e financeiro, aquisição de bens como casas e apartamentos...se não existir um parceiro amoroso para compartilhar?

Estas perguntas todas do parágrafo anterior têm, obviamente a sua razão de ser. Mas, alguns pontos devem ser ponderados, se você está mesmo disposta a ser feliz:

1. ENTENDA QUE TODO PRÍNCIPE SEMPRE TEM O SEU LADO SAPO

Muitas mulheres deixam de se casar porque imaginam que o "seu príncipe" será imutável. Isso é uma ilusão. As contingências inerentes da vida a dois, em muitos momentos serão motivos de discórdias e até de discussões.

É preciso ter maturidade para entender e vivenciar isso de uma forma inteligente. O importante é não deixar que ressentimentos corroam e destruam o relacionamento.

2. NÃO SEJA EXIGENTE DEMAIS

celine dion familyAlgumas mulheres, lá pela casa dos quarenta, lamentam estarem sozinhas, achando que "todos os homens são iguais" e que "não estão à altura". Muitas, com essas atitudes, perdem o bonde e a oportunidade de ser feliz.

O que, frequentemente acontece, nestes casos, é que elas são exigentes demais. Desdenham potenciais bons parceiros "porque são feios", "gordinhos", "carecas", "sem formação universitária", "inibidos demais", "sem estrutura financeira"; e uma série de outros argumentos semelhantes.

Seria prudente que se lembrassem de que a vida, nesta Terra, é uma só e de que "quem sempre quer escolher o ótimo acaba perdendo até o bom"

3. ELE É MUITO VELHO/NOVO PARA MIM

Sem dúvida, casar-se com uma pessoa com idade parelha seria o ideal. Mas isso não precisa ser, necessariamente, assim. Muitos casais, cujos parceiros sáo bem mais velhos ou bem mais novos são muito felizes assim.

A cantora canadense Celine Dion é um exemplo disso. Casou-se, ainda jovenzinha, com um homem muito mais velho do que ela e tornou-se conhecida, por nunca esconder da imprensa, o quanto sempre amou o marido.

4. RECONHEÇA QUE VIVER SOZINHA NÃO SIGNIFICA UMA TRAGÉDIA

Isso pode facilmente ser entendido através da leitura do post que antecede a este. Na verdade, importantes especialistas que entendem muito de relacionamento humano também pensam assim.

Um deles é o psicanalista Flávio Gikovate, para quem o viver só é também uma escolha e um estado honroso. A convivência com os amigos, filhos e outras pessoas a quem elegemos, pode ser tão ou mais gratificante do que viver na mesma casa com um parceiro que foi idealizado.

Sem dúvida, essa lista não é exaustiva. Ela correponde apenas a "um lembrete" para "despertar" algumas mulheres que não estão se sentindo felizes por estarem sozinhas. O mais valioso mesmo é detectar aquilo que realmente tem importância para um relacionamento feliz.

"Pegue mais leve" com você mesma e não deixe de ser feliz!

Homens bons existem e bons homens estão à procura de boas mulheres.

Tony Ayres

19 julho, 2009

Sexo antes do casamento

Comentário feito por mim, na data de hoje, no blog Ministério Casados em Cristo, na postagem: "Sexo antes do casamento x Formação intelectual e profissional".

Casamento Prezados irmãos conselheiros,

Graça e Paz!

Antes de mais nada, desejo manifestar todo o meu apreço e respeito para com o irmão Júlio Severo, bem como para com com a sua preocupação em preservar nossa juventude.

Mas, ainda com o mesmo respeito, e na condição de psicoterapeuta, manifestar também a minha discordância para com a sua proposta.

Isso porque, tanto a instintualidade quanto a psiquê, como um todo, fazem parte da natureza humana; e ambas têm que merecer a devida atenção, não se podendo privilegiar uma, em detrimento da outra.

Parece-me muito claro que Deus, ao planejar criar o homem jamais desejou que este fosse assexuado; razão pela qual, dotou-o de testosterona; e a mulher, de progesterona, mais estrogênio.

Esses hormônios sexuais impelem o homem em direção à mulher, bem como; a mulher, em direção ao homem.

Essa é a parte instintual da história que, aliás,somente pode ser domada pela cultura, pela civilização, pela vida em sociedade.

No entanto, a outra parte (a psicológica)não é estática, mas enormemente dinâmica. Por essa razão, jamais deve ser desdenhada, visto que é real e atávica.

A porção inconsciente da psiquê humana jamais se conforma com o domínio da cultura sobre a instintualidade, que foi, por isso mesmo; não aceita passivamente, mas reprimida.

Ora, essa repressão possui forças instintuais represadas, que procurarão escapar todo o tempo e, caso isso não aconteça por via psíquica, haverá a formação de sintomas somáticos, sob a forma de doenças orgânicas.

A saída apontada pelo irmão Júlio Severo - o casamento em idade precoce do jovem, para a preservação de sua pureza sexual e, em detrimento de sua formação intelectual, constitui apenas uma solução paliativa e um adiamento do problema, que se manifestará, com consequências ainda piores, numa idade mais madura.

A psicologia reconhece, tanto no homem, como na mulher, a chamada "crise dos 40 anos" ou, em outras palavras, a "idade do(a) lobo(a)".

Essa fase da vida humana acontece com todos os indivíduos e corresponde à uma "segunda adolescência", sem, todavia, os mecanismos de segurança que havia na primeira adolescência.

E, um dos questionamentos mais comuns nessa fase é justamente a extemporaneidade do casamento precoce.

Os cônjuges, agora, sem mais aquele romantismo da juventude, com filhos para serem criados, com todas a exigências da vida em comum e da vida profissional, fazem a "contabilidade" de suas "perdas e ganhos".

Infelizmente, a experiência tem demonstrado, fartamente, que "as perdas" pesam muito mais do que os "ganhos".

Há a frustração pela abdicação dos estudos, pela ausência de uma diversidade de experiências de namoro; o sentimento de "perda" dos melhores anos da vida e, não raro, uma maior ou menor "revolta" interior por essa puerilidade.

O resultado desses questionamentos todos é a ocorrência ( em um número estarrecedor) de "guinadas de 180 graus", que podem ser menos éticas, quando ocorrem as traições e infidelidades; ou mais éticas, quando existe antes, o rompimento, através da separação formal, para então a busca de uma nova identidade com um(a) novo(a) parceiro(a).

Fato que muito mais dificilmente aconteceria, se o casamento tivesse sido realizado por volta dos 28 ou 30 anos de idade, quando ambos os cônjuges já haveriam tido várias experiências de namoro e a formação profissional apropriada para o início de uma vida em comum com maior maturidade.

Se alguém duvidar dos fatos que aqui coloco para a manifestação de meu ponto de vista, sinta-se à vontade para comprová-los, conversando com qualquer psicoterapeuta experiente.

Espero que o choque dialético e respeitoso de opiniões conduza à uma reflexão mais profunda sobre a questão.

Cordialmente em Cristo,

Tony Ayres

11 novembro, 2008

NUNCA É TARDE DEMAIS PARA AMAR


Você quer ficar sabendo o nome de um dos males que assolam milhões de pessoas em todo o mundo? Ele é grafado com sete letras: S-O-L-I-D-Ã-O. Por causa desse mal, pessoas têm errado em suas trajetórias na vida; homens de bem têm se transformado em mendigos de rua; belas mulheres têm murchado como as flores não regadas e milionários têm dado cabo da própria vida.

Por essa razão também, entendemos a magnitude das palavras do Criador quando, ao dizer; "...Não é bom que o homem esteja só..." (Gn.2.18), logo entrou em ação, ao criar a mulher para servir de companheira a Adão.

Quando o apóstolo Paulo escreve aos coríntios: "A mulher não está livre enquanto o seu marido vive. Caso o marido morra, ela fica livre para se casar com quem quiser. Mas deve ser casamento cristão" (I Cor. 7.39); (obviamen-te, o contrário também é verdadeiro, isto é, se a mulher morrer, o marido fica livre), ele está deixando claro que o casamento não é algo próprio para ser re-alizado apenas na juventude, mas em qualquer idade!

"Bem, se é assim, por que motivo, então, milhões de pessoas estão amargando a dor da solidão, ao invés de se casarem ou re-casarem e serem felizes?" - argumentará o leitor, com toda a razão.

Para responder a essa questão, alinhavamos duas respostas secundárias (que não constituem, salvo melhor juízo, a razão principal ainda) para só depois, darmos a resposta que consideramos de fundamental importância.

1. ELAS ACREDITAM QUE O CASAMENTO É INDISSOLÚVEL

Esse pensamento, de muitos cristãos, está erroneamente baseado no ensinamento que se ministra sobre o versículo: "...o que Deus ajuntou, não o separe o homem" (Mt. 19.6).

Em relação a isso, temos que considerar que a instituição "casamento" se subdivide em três aspectos que, necessariamente, precisam harmonizar-se entre si:

a. O casamento civil: é aquele realizado conforme a lei, no cartório (ou fora dele) com a assinatura de uma Certidão pelo Juiz de Paz e do livro de registros, pelas testemunhas.

b. O casamento religioso: é aquele realizado na igreja, com a noiva, o noivo e os padrinhos, diante do sacerdote ou do pastor, em cerimônia pública, normalmente numa igreja ou templo.

c. O casamento teológico: é o casamento real, verdadeiro, realizado entre o noivo e a noiva, a sós, ajoelhados diante de Deus, assumindo um compromisso de mútua fidelidade e lealdade, de coração para coração.

A essas alturas, nem é preciso dizer muita coisa, pois temos absoluta certeza de que o leitor conhece dezenas de casais que, por mera aparência ou conveniência continuam "sustentando" um casamento civil e/ou religioso. Mas, teologicamente, há muito deixaram de ser marido e mulher.

Isso põe por terra o argumento de que sempre é preciso levar em conta o ensino: "tudo o que Deus uniu, o homem não deve separar". Apenas demonstra a verdade cristalina que nem todo casamento foi unido por Deus!

ELAS ACREDITAM QUE EXISTE ALGUÉM "ESPECIALMENTE PREPARADO"

As pessoas que acreditam que Deus "preparou alguém especialmente para elas" são, na maior parte das vezes, crentes, fiéis e sinceras. Mas, inadvertidamente, estão seguindo o ensinamento popular expresso pelo "ditado": "O que é do homem, o lobo não come". É preciso ter muito cuidado com isso.

De fato, algumas passagens bíblicas como a história de Rebeca, preparada para Isaque e a de Ester (preparada para ser rainha) podem sugerir a alguns cristãos menos atentos que "Deus sempre prepara" alguém com quem deverão se casar. Não é exatamente assim que as coisas acontecem.

Nesses dois casos citados (o de Rebeca e o de Ester), Deus tinha propósitos amplos e específicos (a formação de uma nação, no primeiro; e o impedimento da destruição dessa mesma nação, no segundo).

Será que poderíamos afirmar que Deus preparou Milcal, Bate-Seba e as demais esposas para Davi? Ou que foi Dele a escolha das trezentas esposas e setecentas concubinas para Salomão?.

Meu/minha querido(a) leitor(a). com toda a sinceridade de meu coração posso dizer-lhe que a Bíblia não nos autoriza a dizer que Deus trabalha como santo casamenteiro. Ele pode abençoar sim, e tornar maravilhosa a união de um homem com uma mulher. Mas eles precisam escolher-se mutuamente, usarem da prerrogativa de seu livre arbítrio para se decidirem casar diante Dele.

Conheço uma pessoa que passou meses a fio dentro de casa, desempregada, jejuando e orando para que o emprego "preparado por Deus" batesse à sua porta. Tal emprego nunca chegou, não porque Deus não ouvisse às suas súplicas, mas porque esse não é o método que Ele estabeleceu para a solução de tal problema.

Quando essa pessoa assumiu sua parcela de responsabilidade, tomou coragem, arregaçou as mangas e foi à luta, em poucos dias estava empregada. A mesma situação pode acontecer, em relação ao casamento.

A RAZÃO PRINCIPAL DA SOLIDÃO: PRECONCEITO

É verdade que, segundo o último censo do IBGE, o número de homens no Brasil é maior do que o de mulheres, o que seria uma desvantagem para elas. Mas, considerada a população total do país, tal diferença não chega a ser significativa.

No entanto, o mesmo IBGE constata um aumento cada vez maior de divórcios, em nosso país. O que acaba redundando numa proporção maior de pessoas mais velhas, descasadas.

O preconceito a que nos referimos tem tudo a ver com a palavra "velho" e isso forma uma barreira em torno de muitos indivíduos solitários. Em 1910, um homem de 40 anos era considerado velho. Mas, com os avanços da ciência, da tecnologia e da medicina, a expectativa de vida do brasileiro subiu incrivelmente.

Hoje, sem eufemismos, um homem ou uma mulher de 40 anos ainda são considerados jovens. Tanto assim, que a nova lei da previdência estabelece a aposentadoria para indivíduos com 35 anos de trabalho e 60 anos de idade. Muitos "ex-velhos" aposentados estão sendo convocados de volta a seus antigos postos de trabalho e estão achando ótimo!

Mas, o preconceito de que falamos provém, em primeiro lugar, dos filhos (que poderiam ser considerados insensíveis, mal informados e egoístas), já que julgam "um disparate" um novo casamento por parte do pai ou da mãe separado (a) ou viúvo (a). A felicidade ou a solidão de um progenitor parece não lhes importar!

Ou então, é um preconceito que a própria pessoa solitária desenvolveu, temendo "o que os outros irão dizer" quando souberem que alguém "na minha idade" está apaixonado (a).

Querido (a) leitor (a) que nos acompanhou até aqui. Lembre-se de que a sua vida lhe foi dada pelo Senhor e deve ser vivida por você e não por seus filhos ou conhecidos. Saiba que Deus o (a) criou para ser feliz. Não desista de lutar por sua felicidade. Jogue para bem longe o preconceito e, confiando Naquele que tudo pode, arrisque-se a ser feliz.

Como reflexão, lembre-se destas palavras que o escritor Jorge Luís Borges deixou, pouco antes de falecer:

"...Deus meu, se eu tivesse um pedaço de vida, não deixaria passar um só dia sem dizer às gentes - te amo, te amo. Convenceria cada mulher e cada homem que são meus favoritos e viveria enamorado do amor. Aos homens, lhes provaria como estão enganados ao pensar que deixam de se apaixonar quando envelhecem, sem saber que envelhecem quando deixam de se apaixonar..."

De fato, nunca é tarde demais para amar!

Tony Ayres