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31 maio, 2009

THE WAY GOD LOOKS AT US

tonychild

It's really just wonderful the way God works to reach the ones He has chosen to serve Him.

Men have a human kind of looking.

God, neverthless, has a special one.

The editor of this blog was just a child who lived in the streets of a little country town. No perspectives of a good future, according to human rules.

He was very poor, had almost no clothes and ate fruits that he found in the camps to survive.

Had nobody to take care of him. Had no good appearance to atract the interest on any adult.

Nothing in him was interesting.

But, for God he had a great value.

"Can a woman forget her nursing child, or show no compassion for the child of her womb? Even these may forget, yet I will not forget you", says Isaiah 49.15.

Than, a man, one day, talked to him about Jesus. That man, throug his words and kind behaviour taught him that he was special for God.

The child, then, received Jesus as his Saviour an Lord.

And, from that day on, God changed his entirely life.

Till the point of today, he is being the one who has just written these few line as a testimony.

God bless you and...please, forgive my poor English.

Tony Ayres

Note: The first boy,who appears in the left part of the picture is the child of this story.

24 abril, 2009

CAMINHO DAS ÍNDIAS. ASSISTIR OU NÃO?

201008-caminhos-india A novela Caminho das Índias, de autoria de Glória Perez e exibida diariamente pela TV Globo já tem sido motivo de polêmicas no meio evangélico brasileiro.

Recentemente, recebi um e-mail, do tipo "forwarded", no qual o autor apresenta o argumento de que, no Brasil, somos mais de 35 milhões de evangélicos, dos quais, 10%, no mínimo, são, como ele diz, "noveleiros", o que daria, por baixo, um número de 3 milhões e 500 mil telespectadores.

Alegando morar na Índia há 4 anos e citando dados sobre o Hinduísmo, religião politeísta, que possui cerca de 33 milhões de deuses, ele propões um boicote contra a emissora, cujo propósito, segundo seu pensamento, seria difundir essa religião no Brasil.

Ainda segundo o autor desse e-mail, se esses 3 milhões e 500 mil telespectadores cristãos brasileiros desligassem seus aparelhos de TV na hora da exibição de Caminho das Índias, a novela seria um fracasso - e, nós, evangélicos, estaríamos livres de sermos vítimas do proselitismo hinduísta.

Mesmo acatando as boas informações desse nosso irmão, e a sua visível boa intenção; pessoalmente, não acredito que as coisas possam ser tão simples assim.

E POR QUE RAZÃO DIGO ISSO?

Em primeiro lugar, porque, estando a população brasileira em torno de 195 milhões de habitantes, não me parece que 35 milhões de evangélicos ou, melhor dizendo, 3, 5 milhões (10%, conforme propõe o nosso irmão), seja um número significativo para boicotar a novela global.

Em segundo lugar, pelo fato de mesmos óculos poderem ter lentes de diferentes cores. Os 33 milhões de falsos deuses indianos que o nosso irmão vê como ameaça, com certeza NADA SIGNIFICAM para cristãos nascidos de novo que conhecem o ÚNICO DEUS VERDADEIRO, Jesus Cristo, de Nazaré, "que é, que era e que há de vir"!

Ao contrário, essa idolatria toda pode conscientizar os cristãos brasileiros do quanto maior do que pensávamos é a necessidade de evangelização daquele pobre país de dimensões continentais, chamado Índia.

E, em terceiro lugar porque os adultérios, as traições, as falsidades e a discórdia de irmãos, entre outras coisas, como sempre; representam o verdadeiro perigo das novelas globais, não apenas para os cristãos evangélicos, mas para todo cidadão de bem que esteja menos avisado.

CONCLUSÃO

Concluindo este post já bastante longo, desejo esclarecer que não estou defendendo o "assistir novelas" como sendo desejável. Penso que ler um bom livro, compartilhar bons momentos com a família ou mesmo, estar no computador lendo aquilo que convém são atividades muito mais edificantes.

Mas, se a sua escolha for assistir às novelas, procure fazer isso com muito critério e senso crítico. Como nos ensinou Jesus, ainda estamos no mundo. Mas não devemos viver como se fôssemos do mundo.

"E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus." (Rom. 12.2)

Tony Ayres

24 março, 2009

QUANDO A BÍBLIA NOS INQUIETA

oracao Aceitei a Jesus como meu Salvador e Senhor, pouco antes de completar 12 anos de idade. Apesar de ser ainda criança, ou um pré-adolescente, passei por aquele processo que, nós, cristãos evangélicos, costumamos chamar de conversão ou de novo nascimento.

Claro que minha vida mudou radicalmente para melhor e que a alegria passou a ser minha companheira. Passei a sentir-me aceito e a ter a sensação de ter um Pai Celestial, já que o pai natural me faltou.

No entanto, à medida em que fui me familiarizando com a Bíblia, começou a nascer uma inquietação em meu coração, que nunca eu conseguia banir.

Essa inquietação me acompanhou por toda a minha infância, adolescência, juventude e até pela minha vida adulta. Não encontrei qualquer pastor, nem mesmo no seminário, que conseguisse dar-me uma explicação, que viesse abrandá-la, a contento.

Vou dizer qual era essa inquietação.

Eu, simplesmente, não conseguia compreender como aquele Deus bondoso e misericordioso do Gênesis pudesse ser o mesmo Deus irado do Êxodo, livro que apresenta situações em que alguém sequer podia aproximar-se do monte, sem ser fulminado.

Já no livro de Jonas, aparece de novo um Deus misericordioso, que se compadece de cento e vinte mil ninivitas (povo inimigo dos israelitas), poupando-os, por terem sido se arrependido pela pregação a que o profeta foi “levado” a fazer-lhes.

Outras passagens levavam-me, novamente, a ver a ira divina ( a morte de Uzá, ao tocar na arca; a ordem para que amalequitas, inclusive mulheres e crianças fossem passado ao fio da espada; quase todo o livro do profeta Ezequiel, e assim por diante).

Um dia, porém, encontrei um pastor, com o qual passei uma manhã, que compreendeu a minha inquietação e, sabiamente, lidou com ela.

Teve a paciência em explicar-me, detalhadamente, que, além de cada livro da Bíblia ter sido escrito numa determinada época, numa cultura específica e num contexto específico; o escritor sagrado não funcionou jamais como um autômato teleguiado.

Fez questão de enfatizar-me que Deus era o Autor da mensagem. Mas, a forma, a maneira, o jeito dessa mensagem ser escrita era sempre responsabilidade do escritor ( o zelo de Ezequiel, por exemplo, foi o responsável pela forma contundente e até irada, pela qual colocou a mensagem de Deus, por escrito).

Ricardo Gondim é o nome desse pastor. Esse servo de Deus nem imagina o bem que me fez, e como saí pisando leve de seu gabinete, carregando um fardo muito mais leve do que aquele que carreguei por tantos anos.

Mas, a cura final de minha inquietação aconteceu sem eu esperar, um dia quando, em minha casa, estava lendo uma passagem bíblica sobre a qual já havia meditado e até pregado inúmeras vezes, mas, por incrível que possa parecer, nunca, antes, os meus olhos tinham sido abertos para enxergá-la naquela perspectiva.

Refiro-me a Lucas, capítulo 14, versículos 8 e 9: “Replicou-lhe Filipe: Senhor, mostra-nos o Pai, e isso nos basta. Disse-lhe Jesus: Filipe, há tanto tempo estou convosco, e não me tens conhecido? Quem me vê a mim vê o Pai; como dizes tu: Mostra-nos o Pai?”

“É isso!” – disse eu para mim mesmo - “quem vê Jesus, vê o Pai; quem conhece o caráter de Jesus, conhece o caráter do Pai; quem conhece a misericórdia de Jesus, conhece a misericórdia do Pai! Quem vê a Jesus, assim vê o Pai”.

Ora, o que fez Jesus em sua vida, senão curar enfermos, fazer paralíticos andarem, purificar leprosos, dar vista aos cegos, ressuscitar mortos, compadecer-se dos oprimidos, defender o direito dos pobres e, por fim, dar-nos a salvação, através de sua morte, e morte de cruz?

Haveria alguém mais misericordioso do que o Filho de Deus, que depois, ressuscitou dentre os mortos, ao terceiro dia, demonstando, com isso, que o Seu sacrifício foi plenamente aceito pelo Pai?

Desde então, minha inquietação desapareceu. Hoje, vejo o Pai, através de Jesus. E isso traz profunda paz ao meu coração!

Tony Ayres

25 dezembro, 2008

MENSAGEM DE NATAL

nataldejesus Hoje é Dia de Natal, uma data ansiosamente aguardada por milhões de crianças e adultos do mundo todo. Ontem, algumas páginas do noticiário mostraram que, surpreendentemente, até alguns países mulçulmanos comemoram, à sua maneira, o Natal.

Mas a idéia que muitos têm do Natal, infelizmente, não passa do peru assado sobre a mesa, das frutas secas que acompanham as nozes, de uma árvore de plástico enfeitada com luzinhas que piscam, das bebidas e da troca de presentes.

São poucas as famílias que se lembram de dar graças pela Ceia de Natal. E ainda menor o número daquelas que se lembram de que Natal simboliza o nascimento de uma criança.

Não uma criança que nasceu numa maternidade, com berçário, enfermeiras prestativas, apartamento privativo com ar condicionado para a mamãe, que irá crescer numa casa com carpetes, lustres e cortinas.

Mas um nenenzinho que nasceu numa manjedoura (um cocho tosco para os animais comerem), numa estrebaria (um curral), envolvida em simples paninhos que mal passavam de trapos; que iria crescer num lar humilde e despojado de um carpinteiro e sua esposa.

Mas esse bebezinho, cujo nascimento hoje lembramos, embora tivesse dito que "as raposas têm os seus covis e as aves do céu têm os seus ninhos" e ele mesmo, o FILHO DO HOMEM, não tinha onde reclinar a cabeça; mudou toda a HISTÓRIA DA HUMANIDADE e deu aos homens, mulheres e crianças do mundo inteiro, a promessa de vida eterna, desde que creiam em Seu nome!

Se você que lê este post, ainda não teve um encontro especial com Ele, faça neste Natal de seu coração, uma manjedoura.

Permita que Jesus nasça dentro dele!

Toni Ayres